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A reencarnação, a pessoa humana e o autoconhecimento

estrelasMorte é fim do existir. O que há além da morte? Ante o som do vazio, na ânsia de algum sentido e significado, o indivíduo, na condição humana, elaborou inúmeros conceitos sustentados, a princípio, apenas pela imaginação e ilusão.

A reencarnação por muito tempo esteve soterrada em alegorias de uma mente infantil, que buscava salvação ou proteção materna.

Por que nascer e existir, se vou morrer? Para muitos indivíduos, atualmente, a luta por simplesmente sobreviver, nutrir e reproduzir, não aplaca a angústia que sentem. O sentir de incompletude, na busca de sua própria origem (saber o que são) é mais intenso.

O que reencarna? Seria a pessoa humana? E, o que é a pessoa humana?

Não sabemos, embora tenhamos muitas informações. No entanto, temos o direito de saber.

Somente sob a perspectiva da Lei de Manifestação – algo inconsciente necessita de um corpo de manifestação – a reencarnação poderá ser compreendida. O homem é a plataforma de manifestação mais aprimorada da psique inconsciente, gerenciada por aparelho complexo de sobrevivência: o cérebro.

A manifestação dá-se em dimensões expansivas, pois uma fase não exclui a seguinte, trata-se sempre de uma síntese que contém elementos da anterior.

Toda a evolução desse algo (inteligência ou psique) inconsciente, até à espécie humana, é reproduzida no período da infância, de modo preciso.

Os estímulos compatíveis com o amadurecimento dos sentidos fisiológicos possibilitarão ao corpo, à irradiação da sensibilidade e à psique integrarem-se e obterem um pleno funcionamento.

Aos poucos, as sensações impressas no cérebro constituem inúmeras redes de conexões neurológicas, que serão reforçadas e repetidas até o final da existência. O parto traz à luz apenas um corpo, não uma pessoa humana constituída.

O comportamento de um ser humano será sempre composto de retalhos imitados de uma multiplicidade de pessoas. Porém, a maior incidência imitativa dar-se-á na figura materna, da qual aquele corpo teve origem, ou naquele indivíduo que ocupar referido papel.

A pessoa humana é o comportamento mais aprimorado de todos os tempos. Portanto, ela é invisível para nós mesmos e para o entorno. O que vemos e observamos são apenas corpos.

A pessoa constituída na área psicológica, no período de zero a três anos, é uma síntese milenar do homem em nós.

Quer superar o ciclo das reencarnações? Conheça a pessoa que o manifesta, por meio da criança que foi (ou ainda é). Aquilo que você não é, pode revelar-lhe o que é.

1 comentário em “A reencarnação, a pessoa humana e o autoconhecimento”

  1. Francisco Ortolan

    Frequentei por algum tempo Prudente e o estudo com a Marlete/Lucas. Consegui captar pouco mas foi o suficiente para trabalhar culpas e olhar com outros olhos. Se tiverem algum material, eu gostaria. Abraços e parabéns pelo trabalho.

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