Conviver, Sobreviver e Sentir

A convivência é uma imposição da Lei de Sobrevivência. Sem ela, o homem não sobrevive.


A convivência desmobiliza sentimentos, e podemos concordar que a maioria deles está ligada a animosidades que ao surgirem, deixam um rastro emocional doloroso e amargo na intimidade dos indivíduos, que frequentemente olham para o exterior, armando-se de todas as formas possíveis para atacar, defender-se ou fugir, ou seja, sobreviver; sobreviver, não a ameaças declaradas do ambiente, mas a perigos subjetivos.

O acúmulo de sensações captadas pelos sentidos e arquivadas no corpo perispiritual ressoa como sentimentos, inerentes à condição humana, tornando o homem aquilo que seus sentimentos determinam: um Sobrevivente Fisiológico ou Emocional.

Quando uma sensação ativa a área psíquica, a sensibilidade da mesma é agitada e os sentimentos referentes àquela sensação desestabilizam, produzindo uma carga emocional equivalente às múltiplas vivências e experiências que o indivíduo tem, armazenada como impressões. Assim sendo, a ação resposta nem sempre terá referências com o fato que acabou de ocorrer, mas estará diretamente relacionada ao histórico daquela individualidade.

Estas mobilizações internas são invisíveis ao seu autor e à maioria daqueles que estão diretamente no raio de convivência do indivíduo desestabilizado.

A ausência perceptiva das causas que geram as ações respostas estabelece, muita vez, os relacionamentos difíceis, pois a maioria dos seres humanos reage de forma intempestiva, mediante as ações externas dos indivíduos que compartilham com ele a marcha evolutiva, pois as últimas são lidas como contrariedades propositais, ou seja, o outro vive somente “para me provocar”.

Esta é uma das razões pelas quais os seres humanos querem resolver a vida fora de si, na ânsia de que irão acabar com as causas da “dor” e do sofrimento, sem perceber que os mesmos residem em sua intimidade e que a inflexibilidade os retroalimenta, através de padrões-respostas que assegurarão que o sofrimento continuará a lhe espocar…

Até que tenha percepções que as causas residem em si.

Paz e Luz!

Equipe de Amor à Luz!

Curso ministrado pelos educadores Roberta Beatriz do Nascimento e José Lidio Alves dos Santos e pelos médiuns Marlete Wildemberg S. Moreira e Lucas da Costa Silva, com interação mediúnica.

Módulo 1:

“A CONVIVÊNCIA, A IMITAÇÃO E O AJUSTE à REALIDADE DE AGORA”.

Conviver - Sobrevivência:

O homem é um ser incompleto por natureza. Por esta razão um de seus inúmeros comportamentos é a submissão.

O homem é submetido às seguintes circunstâncias:

  • Sobreviver sem saber a razão;
  • A convivência;
  • A reprodução da espécie;
  • Ao ato sexual;

Submissão humana:

  • A constituição familiar;
  • A troca de necessidades através de talentos, competências e valores;
  • A identificação do que lhe falta, mesmo sem justificativa;
  • A lutar para sobreviver a fatores reais e/ou imaginários;
  • Aos movimentos sentimentais e emocionais;
  • As reações impensadas, impulsivas e muitas vezes desnecessárias;
  • Ao nascimento, a vida e a morte;
  • A identificar a morte como inimiga e como grande mal que lhe acomete;
  • A sua própria morte sem poder assisti-la.

A incompletude humana constituindo a convivência.

A convivência como “recurso” de “suprimento de necessidades”.

Recurso:
* Ato ou efeito de recorrer;
* Invocação de auxílio, pedido de socorro;
* Meio empreendido para vencer dificuldade ou embaraço;
* Tudo aquilo que possa significar amparo ou acolhimento; abrigo, refúgio, consolo. (Dicionário Houaiss.)

O homem é um animal racional e afetivo, que traz em seu bojo sensibilidade em forma de sexualidade, e esta lhe possibilita a interação com o meio em que sobrevive.

O que a convivência produz ao homem no âmbito de seu comportamento:

  • A dissimulação;
  • A posse;
  • A busca por suprimentos para manter-se vivo;
  • A dor e o sofrimento;
  • A junção de forças e esforço;
  • A organização dos recursos de suprimento;
  • Imitar o que julga como valor para si e os seus;
  • Obediência cega e inconsciente aos sentimentos;
  • A sedução;
  • A mentira;
  • A obediência social a determinadas exigências;
  • A superioridade e a inferioridade;
  • A caridade;
  • O suposto saber;
  • O desprezo pelo que não interessa;
  • A busca constante por direitos;
  • A dificuldade de identificar deveres;
  • O comportamento animoso ou amistoso de acordo com os interesses.

Estas citações sobre convivência, incompletude e comportamento convidam à observação e reflexões sobre novos horizontes da sensibilidade que vão além da sexualidade, ou seja, além do ambiente e do próprio indivíduo humano.

Mensalmente: Segunda ou Terceira Quarta feira.

1° Semestre 2016

22 Fev, 14 Mar, 11 Abr, 16 Mai e 20 Jun

Das 20.00 às 22.00 horas.

O curso disponibiliza atualmente 30 vagas.

Obs: A partir do momento em que as vagas estiverem preenchidas, forma-se uma lista de espera. Com a abertura de novas vagas os membros da lista de espera terão prioridade.

O valor do investimento no curso será de R$ 30,00 mensais para o curso presencial.

  • O participante terá direito somente às transcrições dos conteúdos apresentados nas aulas, mas não aos arquivos de áudio.

Acesse aqui o Material Didático do curso (somente para os regularmente matriculados)