A METODOLOGIA DA PRÁTICA DE INTELIGÊNCIA MEDIÚNICA (PIM)

A METODOLOGIA DA PRÁTICA DE INTELIGÊNCIA MEDIÚNICA (PIM)

Como a PIM contribui para o autoconhecimento

A Prática de Inteligência Mediúnica (PIM) é uma reunião de Educadores de Essencialidades do Sistema Tempo de Ser, com duas horas de duração, que ocorre em Núcleos de Aprendizagem, com o objetivo de desenvolver o autoconhecimento pela prática da Inteligência Mediúnica. Tal reunião consiste em promover uma roda de diálogos, onde o assunto principal é o próprio ser ali presente. Na PIM, o participante tem a oportunidade de falar de si, de seus sentimentos, vivências que teve neste ou naquele aspecto, entre outros fatores. Da mesma forma que o Educador de Essencialidades tem a oportunidade de falar, também tem a de ouvir, sendo este momento igualmente de grande significado para os objetivos da reunião, pois ao entrar em contato com os sentires, vivências e visões do outro, aquele que ouve pode fazer conexões até então não consideradas.

CD

Para realizar a PIM, consideramos que cada integrante do grupo esteja interessado em conhecer-se, identificar-se com os fatos que lhe ocorrem na intimidade, sendo que esse interesse nasce da admissão da realidade de que é inconsciente, pois várias circunstâncias lhe perpassam, ao longo de sua vida, e permanecem desconhecidas. No entanto, o fato de não se ter consciência destas circunstâncias não retira delas a capacidade de influenciar o modo de ser do indivíduo. Daí a necessidade de se conhecer. Além disso, existem vários fenômenos que pertencem à constituição natural do ser humano, pois estão ligados a sua ancestralidade, evolução e maneira de sobreviver sobre o planeta, no qual o indivíduo, frequentemente, também é inconsciente deles.

CCO ser humano identifica-se como algo interno, um eu, se assim podemos nos exprimir, porém, este é inconsciente e depende dos conteúdos armazenados para identificar-se. Para nós, estes conteúdos não estão distribuídos aleatoriamente na memória do sujeito, mas compõem uma cadeia de informações que circulam e que lhe serve para formar um “quanto de manifestação”, chamado de autoimagem. Podemos resumir autoimagem na noção que o indivíduo tem dele mesmo, mas essa noção (imagem) não é desenvolvida de forma deliberada por ele, ao contrário, é formada nele, no que chamamos de desenvolvimento da personalidade. Do nascimento à adolescência, quando se concluiu o período de desenvolvimento do corpo humano, as várias experiências do ser, assim como as pessoas que conviveram com ele e, de algum modo, o marcaram, contribuem para formar a autoimagem.

Na PIM, o integrante será estimulado a aprofundar-se na observação das representações internas, indo mais fundo, trazendo para a consciência os tipos de comportamento que adota para lidar com os fatos da realidade. Na posse desse autoconhecimento, que não lhe é entregue de forma pronta, mas que ele mesmo constrói, porque fala de si, ele poderá se gerenciar em futuras relações que tragam a marca daqueles sentires e dos conteúdos correspondentes.

Lucas da Costa e Marlete Wildemberg – Conselho Deliberativo / COMGE-STS

Cláudia Carvalho e Cláudia Zacarias – Educadoras de PIM Institucional

 

 

2017-03-13T21:06:06+00:00 02/03/2016 |Institucional|0 Comentários

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